REBIMBOCA DA PARAFUSETA

Wilson M. Moura Ξ September, 15th 2018

Não sou machista, ao contrário: mulheres simbolizam nossas energias virtuosas ocultas, despertando sentimentos virtuosos como compaixão, empatia, firme determinação, coragem, dentre outros. Todavia a introdução das famigeradas cotas (raciais, políticas, etc) não traduzem soluções efetivas, consubstanciando meros paliativos inadequados e insustentáveis, senão vejamos nós: Dilma Rousseff, Roseana Sarney, Marta Suplicy, Maria do Rosário, Benedita da Silva, Gleisi Hoffman, Fatima Bezerra, Jandira Fegali, Danielle Cunha, Rosinha Garotinho, Katia Abreu, Soraya Santos, Priscila Nosceti, Sônia Saturnino Braga, Clarissa Garotinho, Vanessa Grazziotin, Andreia Zito, MC Carol, Mulher Pêra, Veronica Costa, Cristiana Jefferson Brasil, Flordelis….

Temos um time, 11 reservas, e ainda poderia citar tantas outras. “Bah, que timaço, tchê”, diriam os gaúchos. Todas possuidoras de certos predicados, exceto visão sistêmica, discernimento, pensamento crítico, inteligência emocional e intrapessoal, planejamento estratégico, além de outros pré-requisitos fundamentais para conduzir o país na direção da sensatez, equanimidade e contemporaneidade. Sem contar o fator intencional, muitas vezes dúbio. Mas, afinal, basta serem mulheres e pronto, não é mesmo. C’est magic!

Os movimentos machistas, feministas, anti-isso, anti-aquilo, produzem resultantes usualmente direcionadas para a desagregação e o descomprometimento. Focalizam as consequências, nunca as causas. O foco não deve ser o sexo do indivíduo. As mulheres sempre foram maioria e nunca souberam votar, exatamente como os homens. Necessitamos nos concentrar nas necessidades genuínas para exercer funções estratégicas nacionais, nos princípios da impessoalidade, moralidade, eficiência e competência, privilegiando-os, sob quaisquer circunstâncias. Ponderar sobre quais seriam as competências e atributos necessários para o exercício do poder?

Não basta representar o povo se quem elege seus representantes são pessoas ignorantes: desconhecem seus direitos e não praticam seus deveres, voluntariamente. Vivenciamos, sim, um imenso hiato de discernimento, planejamento, visão sistêmica e pensamento crítico: não sabemos andar com as próprias pernas, numa evidente imaturidade emocional. Políticos necessitam prestar concurso público para se candidatar e apresentar títulos qualitativos: é uma questão de ordem, senhoras e senhores. Deveriam ser pessoas extremamente bem preparadas visando exercer funções estratégicas de Estado.

De fato, as soluções são simples e, talvez, por isso, não sejam utilizadas. Enquanto não redirecionarmos o Caminho, continuaremos no quadro tacanho e otimista de que o “Brasil é o país do futuro e tem todas as condições para chegar lá”. Mas pra isso, necessitamos deixar o orgulho de lado ou, talvez, evocar a sabedoria popular e dizer ‘Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa’.

Niterói, 15 de setembro de 2018

Wilson M. Moura

Wilson M. Moura

Wilson M. Moura

Palestrante, escritor e mentor, especialista em tendências comportamentais.

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